Sou como um criminoso
Que reza pelos seus delitos
Desenho círculos no céu
Abro portas aos meus atritos
Alimento-me da tua dor
Nem sempre é fácil cuidar de tudo
Um dia perdi a cor
E o meu solo ficou mudo
Procurei o amor em todos os lugares errados
Nunca foi curta a minha estrada
Nunca dei passos acertados
E de mim não sobrou nada
As cicatrizes que carrego
São tatuagens gravadas no meu corpo
Não adormeço não escorrego
Porque venho de um bom porto
Nada interessa se te magoa
Ou se pagas agora por castigo
A tua alma no silêncio soa
E fugiras para o teu abrigo
Não pises a margem
Porque nada prometo
Não arranjes coragem
Pra invadir um Nasty Ghetto
quinta-feira, 8 de julho de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Sem Ár
Foram tantas as coisas que ficaram por dizer
Tantas as manhas que deixamos por amanhecer
E acreditar agora que o destino nos sugere uma sentença é desvanecer o ár que respiramos.
Não querer acreditar que o tempo nos foge plas mãos é somente o que nos tem restado.
Pra que pensar num futuro diferente se construímos um castelo onde ambos queremos viver?
Porque tentamos lavar as magoas com as lágrimas que choramos se nos faz falta o abraço que nos envolve e nos segura sempre quando o medo da perda nos atormenta?
As horas serão sempre eternidades enquanto a saudade e a tua ausência andarem de mãos dadas.
Tantas as manhas que deixamos por amanhecer
E acreditar agora que o destino nos sugere uma sentença é desvanecer o ár que respiramos.
Não querer acreditar que o tempo nos foge plas mãos é somente o que nos tem restado.
Pra que pensar num futuro diferente se construímos um castelo onde ambos queremos viver?
Porque tentamos lavar as magoas com as lágrimas que choramos se nos faz falta o abraço que nos envolve e nos segura sempre quando o medo da perda nos atormenta?
As horas serão sempre eternidades enquanto a saudade e a tua ausência andarem de mãos dadas.
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