sábado, 10 de maio de 2008

Corda Bamba

“ Vou desistir, deixar-me cair, parar de fingir, tentar não sentir.
Deixar-me invadir de toda a dor viciada em mim.
Vou perder-me no escuro, rastejar com a vida, pois desta vez juro não querer encontrar saída.
Vou andar na corda bamba e perder o equilíbrio.
Vou contar minha história invocando, queimar as palavras em bis, e recitar-te gritando um não final feliz.
Parto pela janela misturando todas as emoções e na rádio passa aquela que partiu corações.
Lembro que quando tudo desabou sobre a primeira lágrima o céu desfez-se em nuvem, posso até jurar que vi cair estrelas.
Hoje gosto apenas de lhe chamar “ a noite”.
É complicado manter a elegância quando tudo se mostra errado plo menos para mim foi difícil, nunca fui correcto e sempre ambicionei quebrar regras, que se lixe o bom senso!
Tive mau perder!
Sem drama não há conto e sem conto não há lógicas referências. “

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